terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Agricultores da Feira da Roça de Queimados ganham uniformes 

Vice Márcia Teixeira e o secretário de Agricultura Wilson Três Fontes  

Padronizar e criar uma identidade visual. Essa é a intenção da Feira da Roça de Queimados ao uniformizar os 20 agricultores que comercializam produtos orgânicos (sem agrotóxicos) como frutas, verduras, hortaliças e hortifrutigranjeiros. Os uniformes – colete, boné e uma bolsa ecobag – foram entregues nesta quinta-feira (25) pela ONG AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, na Rua Elói Teixeira, s/n° - Centro (passarela sob a linha férrea).          

A ONG incentiva ações de desenvolvimento e de sustentabilidade como agricultura familiar e de subsistência em todo o país através do projeto do “Semeando a Agroecologia”. A Feira da Roça de Queimados que já tem dois anos de existência foi criada para fortalecer a produção dos agricultores de pequeno porte do município. 

O projeto surgiu através de uma parceria da Prefeitura Municipal de Queimados com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater-Rio). Atualmente, a feira possui uma Associação da Feira da Roça de Queimados (AFERQ), que é composta por mais de 20 produtores rurais.  


De acordo o secretário municipal de Agricultura, Wilson Sampaio, o Wilson Três Fontes, a feira é importante por estimular um hábito alimentar saudável ao comercializar produtos frescos direto das mão dos agricultores. “Os produtos são orgânicos, ou seja, eles são livres de químicas que prejudicam a saúde. Além disso, as pessoas consomem o que é produzido na própria cidade gerando renda”, comentou o secretário. 
A feira agrícola contou também com a presença da vice-prefeita de Queimados, Márcia Teixeira, que ressaltou a importância de valorizar os produtos feitos no próprio município. “É bom saber que nossa população tem na porta de casa verduras, hortaliças e frutas de ótima qualidade e sem agrotóxico. Além de gerar renda para os agricultores, a Feira da Roça valoriza o que é produzido aqui no município”, comentou Márcia Teixeira. 
Todas as edições da Feira da Roça acontecem sempre na última quinta-feira do mês, das 8h às 14h.

 

 

 

 

 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

21 de janeiro de 2013 - 21:10

Projeto em Mesquita abre inscrições para curso de panificação

Fonte: Portal Baixada Facil

Curso de panificação em Mesquita / Foto: Divulgação

Estão abertas as inscrições para as novas turmas do curso de aprendiz de padeiro ministrado pelo projeto Padaria Escola, da secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Mesquita. Primeiro do gênero a ser implantado na Baixada Fluminense, o curso é gratuito e está aberto para moradores do município a partir de 16 anos.

O curso tem duração de três meses e qualifica até 60 alunos por vez na confecção dos mais variados pães, bolos, sonhos e outros produtos da área de panificação. O espaço possui os principais equipamentos para a preparação dos alimentos, e dispõe também de uma loja, onde os produtos confeccionados pelos alunos são vendidos.

Segundo a coordenação do curso, muitos alunos formados já estão no mercado. “Há inclusive empresas de outros municípios da Baixada, como Nova Iguaçu e Nilópolis, que solicitam nosso cadastro de ex-alunos em busca de profissionais para contratar”, conta a coordenadora Bárbara Brandão.

As inscrições podem ser realizadas, de 09 às 17h, na Avenida Coelho da Rocha, 1426, bairro Rocha Sobrinho. Os interessados precisam apresentar a carteira de identidade e um comprovante de residência.




 

 

Japeri faz trabalho de prevenção a enchentes

Japeri / Foto: Divulgação

A prefeitura de Japeri, através da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), está intensificando o trabalho de limpeza de rios e canais, além da execução de obras de drenagem. O objetivo é a prevenção de alagamentos devido às fortes chuvas de verão. Nesta terça-feira (08/01), os técnicos da Semosp iniciaram o serviço de construção de 200 metros de rede de drenagem na Rua Vereador Francisco da Costa Filho, no bairro Santa Inês.

“No meu primeiro mandato, vários bairros receberam obras de drenagem e pavimentação. São mais de 200 ruas beneficiadas. E neste novo mandato mais bairros receberão melhorias com obras e serviços”, anunciou o prefeito Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor.

O trabalho de limpeza de canais começou a ser intensificado em outubro. O serviço já foi realizado no canal do Golfe, no bairro Parque Natal, no canal Teófilo Cunha, que corta os bairros Santa Branca, Francisco Russo e Primavera, e nos canais próximos à Rua Rebeca e à Avenida Ayrton Senna da Silva, no bairro Nova Belém. Nesta semana, o serviço está sendo executado no Centro de Japeri, próximo à linha férrea. O próximo bairro a ser beneficiado será Chacrinha.

“A prefeitura realiza o trabalho contínuo de limpeza de rios e canais. O serviço é executado durante todo o ano, e intensificado no verão. A manutenção das ruas também é constante. Estas melhorias contribuem para a segurança e também para o visual dos bairros”, destaca o secretário de Obras e Serviços Públicos, Daniel Coelho.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Faetec abre inscrições para 1605 vagas em cursos de capacitação
 
Começam nesta terça-feira (15) as inscrições para 1605 vagas nos cursos da Faetec, na unidade do Parque Caçula, em Magé. A Secretaria de Trabalho, Emprego, Habitação e Geração de Renda firmou uma parceria com a Fundação como forma de incentivo à qualificação profissional e desenvolvimento de habilidades de jovens e adultos.

As inscrições vão até o dia 28 de janeiro, e as vagas são divididas nos turnos da manhã, tarde e noite. Os cursos oferecidos são: informática, inglês, espanhol, webdesigner, Access, recepcionista, promotor de vendas, montagem e manutenção de micro, OSC ORA (instalação de linhas telefônicas) e operador de editoração eletrônica.

Para se inscrever é preciso ter a partir de 15 anos de idade e apresentar documento de identidade e CPF no polo de inscrições da Secretaria de Trabalho, instalado no primeiro módulo do Terminal Rodoviário de Piabetá, na Avenida Santos Dumont. Outras alternativas são o site da Faetec (www.faetec.rj.gov.br) e o Cetep, localizado na Rua C, 274, Lote 6 Quadra 4, no Parque Caçula.

Após a inscrição, é necessário que os candidatos fiquem atentos ao cronograma. O sorteio das vagas será no dia 30 de janeiro e as matrículas serão efetivadas no período de 31 de janeiro a 7 de fevereiro. O início das aulas está previsto para 18 de fevereiro.

Mais informações podem ser obtidas através da página da Faetec: www.faetec.rj.gov.br, ou dos telefones (21) 2787-0596 (Cetep Parque Caçula) e (21) 2650-9238 (Secretaria de Trabalho, Emprego, Habitação e Geração de Renda).
Fonte: Baixada Fácil
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Famílias em Duque de Caxias vão receber ajuda de R$ 5 mil
 
O prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso, anunciou, nesta sexta (4), após se reunir com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e o governador do Rio, Sérgio Cabral, a liberação de R$ 5 mil para cada uma das 300 famílias atingidas pelo temporal no distrito de Xerém. Elas poderão comprar móveis e eletrodomésticos.

As famílias que terão direito à verba - a ser liberada pelo governo do estado - serão definidas a partir de um cadastramento que a prefeitura começará a fazer nos próximos dias. O prefeito anunciou também que cerca de 250 casas estão condenadas, a maioria na beira do Rio Capivari, e os seus moradores receberão um auxílio, ainda não definido, para comprarem um imóvel em outra área.

Cardoso disse ainda que a recuperação das ruas, estradas e pontes será feita com verbas do governo federal, que também ficará responsável pelo pagamento do aluguel social às famílias desabrigadas. Segundo ele, o valor ainda não foi calculado, mas terá como base os preços de mercado. A verba federal também será usada na dragagem dos rios que cortam o distrito.

Cabral e Bezerra desembarcaram de um helicóptero por volta das 14h em Xerém, depois de um sobrevoo pela região atingida pela enxurrada. O prefeito embarcou em uma van juntamente com o governador e o ministro para uma visita aos locais mais castigados. Eles desceram do veículo e foram a pé até uma das pontes atingidas pelo temporal.

Cardoso adiantou que um projeto de readequação das margens dos rios e córregos da região está sendo finalizado pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. “Eu vou fazer de Xerém um modelo ambiental para o Brasil. Você pode ter certeza disso”, prometeu.

Da Agência Brasil


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Puxando dióxido de carbono a partir do ar
Por ANNE EISENBERG
Publicado em: 05 janeiro de 2013



SEJA transmissão dos escapamentos de carros ou chaminés de usinas de energia e fábricas tantas, as emissões de dióxido de carbono continuam a crescer em todo o mundo.
Agora, uma empresa canadense desenvolveu uma tecnologia de limpeza que podem um dia capturar e remover algum deste gás de retenção de calor diretamente do céu. E é mesmo possível que o gás pode então ser vendidos para uso industrial.
Engenharia de carbono, formado em 2009 com US $ 3,5 milhões de Bill Gates e outros, protótipos criados para partes de seu sistema de limpeza em 2011 e 2012 em sua fábrica em Calgary, Alberta. A empresa, que recentemente fechou uma rodada de 3000 mil dólares segundo processo de financiamento, planeja construir uma planta piloto completa até o final de 2014 para a captura de dióxido de carbono da atmosfera, disse David Keith, seu presidente e um professor de Harvard que tem sido muito interessado em questões climáticas.
As ferramentas que captam carbono que a Engenharia de carbono e outras empresas estão projetando têm feito grandes progressos nos últimos dois anos, disse Timothy A. Fox, chefe de energia e meio ambiente do Instituto de Engenheiros Mecânicos em Londres.

"A tecnologia mudou a partir de uma posição onde as pessoas falaram sobre o potencial e as possibilidades a um ponto onde as pessoas como David Keith está testando protótipos de componentes e produção de projetos bastante detalhados e planos de engenharia," Dr. Fox disse. "Engenharia de carbono é o mais cotado neste campo, neste momento, para colocar uma máquina em escala industrial juntos e fazê-lo funcionar."
Se o custo de captação de queda de dióxido de carbono baixo o suficiente, o gás teria muitos clientes, previu. O principal deles, segundo ele, seria a indústria do petróleo, que compra o gás para injetar nos campos de petróleo para forçar a saída de óleo extra. A injeção tem o mínimo de risco, disse Howard J. Herzog, um engenheiro sênior de pesquisa no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. "A indústria de recuperação melhorada de petróleo colocou dezenas de milhões de toneladas de dióxido de carbono no solo a cada ano por décadas sem problemas", disse ele.
Grande parte do dióxido de carbono para a recuperação avançada de petróleo vem naturalmente reservas subterrâneas que são canalizados para campos de petróleo, disse Sasha Mackler, vice-presidente da Summit Seqüestro de Carbono, uma unidade do Grupo Cúpula de energia em 
Seattle. Summit Carbono Captura colheitas dióxido de carbono gasoso a partir de carvão e de gás natural de queima de plantas antes de poder ser expelidas para o ar.

A demanda global de dióxido de carbono só vai crescer como o petróleo se torna mais escasso e os pedidos de aumento de combustível de transporte, o Sr. Mackler disse. Captação directa a partir da atmosfera que oferecem uma outra fonte para o gás.



No entanto, o custo de captação de dióxido de carbono diretamente do ar ainda tem de ser demonstrada, disse Alain Goeppert, um cientista de pesquisa sênior no Hidrocarbonetos Loker Research Institute da Universidade do Sul da Califórnia. Dr. Goeppert recentemente revisou a literatura de ar tecnologia de captura.
"Há muita especulação de quanto isso vai custar", disse ele, com estimativas de US $ 20 a tonelada para até US $ 2.000. "Nós não sabemos ao certo até que alguém constrói uma fábrica piloto." (Um veículo de passeio médio gera cerca de cinco toneladas de dióxido de carbono por ano.)

Dr. Keith diz que acha que pode ser possível para reduzir o custo de captação para US $ 100 por tonelada que a empresa cresce.

Máquinas de carbono Engineering utilizar um dióxido de carbono de absorção de solução de soda cáustica para retirar o gás do ar. "A questão na usina piloto", disse o Dr. Keith, "será para testar o equipamento em escala os vendedores
nos dizem que precisam" para fornecer garantias de desempenho para uma planta comercial completa. O processo destina-se a recolher, pelo menos, 100.000 toneladas por ano de gás.

A concentração de dióxido de carbono limpo dos gases de combustão de centrais eléctricas de carvão e a gás é de cerca de 5 por cento a 15 por cento mais elevada do que no ar, que é cerca de 393 partes por milhão. "Você tem que lidar com volumes muito maiores de gases" para capturar a mesma quantidade de dióxido de carbono do ar que você teria a partir de gases de combustão das usinas, o Dr. Goeppert disse. "Mas o Dr. Keith vai ser capaz de capturá-lo com o absorvente que ele usa."

O dióxido de carbono recuperado pode ser vendido um dia, não somente para a recuperação melhorada de petróleo, mas também para alimentar as algas para produzir biocombustível. Ele também pode ser seqüestrado em lugares como camadas de carvão unmineable e reservatórios de petróleo e gás, diz um relatório do Departamento de Energia novo.

Captação do gás seria extremamente importante no desenvolvimento de um preço racional para as emissões de carbono, disse o Dr. Fox da sociedade britânica de engenharia mecânica. "O que custa para tirá-lo do ar e armazená-lo embora", disse o Dr. Fox, "que é os poluidores preço pagaria se eles querem colocar carbono no ar."Outra vantagem da captura de ar direto é a flexibilidade geográfica. "Não importa onde você toma o dióxido de carbono", disse ele, uma vez que o gás é misturado uniformemente na atmosfera da Terra. "Você poderia ter máquinas de captura de ar no deserto australiano para dar conta de Nova York emissões dos automóveis da cidade."





O mais importante de captura, o ar pode ser usado para se livrar do que última fração de dióxido de carbono que se escapa para o ar, por exemplo, mesmo a partir de usinas equipados para coletar mais de suas emissões, disse Klaus Lackner S., professor de Columbia e um membro do conselho e conselheiro do Kilimanjaro Energy, outra empresa que trabalha na coleta de dióxido de carbono atmosférico.

"Eu vejo a captura de ar direto como o caminho de longo prazo para lidar com todas as emissões que não podem ser tratados de outra forma", disse ele.

E-mail: novelties@nytimes.com.