domingo, 20 de maio de 2012

A Fibra Maligna

 domingo, 20 de maio de 2012

 A Exploração do Amianto no Brasil Pode Estar com Dias Contados


O STF deve julgar ainda este ano uma ação contra a lei que permite o uso controlado da fibra cancerígena, usada em telhas, caixas d'água, etc.

O asbesto (da palavra grega ἀσβεστος, "indestrutível", "imortal", "inextinguível"), também conhecido como amianto (do grego αμίαντος, puro, sem sujidade sem mácula[1]), é uma designação comercial genérica para a variedade fibrosa de sais minerais metamórficos de ocorrência natural e utilizados em vários produtos comerciais. Trata-se de um material com grande flexibilidade e resistências tênsil, química, grande resistência mecânica e às altas temperaturas, ao ataque ácido, alcalino e de bactérias. É incombustível, durável, flexível, indestrutível, resistente, sedoso, térmica e eléctrica muito elevadas e que além disso pode ser tecido e tem boa qualidade isolante.
O material é constituído por feixes de fibras. Estes feixes, por seu lado, são constituídos por fibras extremamente finas e longas facilmente separáveis umas das outras com tendência a produzir um pó de partículas muito pequenas que flutuam no ar e aderem às roupas. As fibras podem ser facilmente inaladas ou engolidas podendo causar graves problemas de saúde.

O Brasil está entre os cinco maiores produtores, consumidores e exportadores mundiais de amianto crisotila ou amianto branco. A única mina de amianto ainda em atividade no Brasil situa-se no município de Minaçu, no Estado de Goiás.
O amianto, por anos chamado de "mineral mágico", foi utilizado principalmente na indústria da construção civil (pisos vinílicos, telhas, caixas d’água, divisórias, forros falsos, tubulações, vasos de decoração e para plantio e outros artefatos de cimento-amianto) e para isolamento acústico ou térmico. Foi empregado também em materiais de fricção nas guarnições de freios (lonas e pastilhas), em juntas, gaxetas e outros materiais de isolamento e vedação, revestimentos de discos de embreagem, tecidos para vestimentas e acessórios anti-chama ou calor, tintas, instrumentos de laboratórios e nas indústrias bélica, aeroespacial, petrolífera, têxtil, de papel e papelão, naval, de fundições, de produção de cloro-soda, entre outras aplicações.

Doenças relacionadas a exposição ao amianto 
 
A exposição ao amianto está relacionada à ocorrência de diversas patologias, malignas e não malignas. Ele é classificado pela Agência Internacional de Pesquisa (IARC) no grupo 1 - os dos reconhecidamente cancerígenos para os seres humanos. Não foram identificados níveis seguros para a exposição às suas fibras. O intenso uso, no Brasil, especialmente a partir da segunda metade do século XX, exige que a recuperação do histórico de contato deva prever todas as situações de trabalho, tanto as diretamente em contato com o minério, em atividades industriais típicas, em geral com exposição de longa duração, ou mesmo as indiretas, através de serviços de apoio, manutenção, limpeza, que são em geral de baixa duração, mas sujeitas a altas concentrações de poeira, bem como exposições não ocupacionais - indiretas ou ambientais e as paraocupacionais.
Entre as principais doenças relacionadas ao amianto, temos:

Asbestose
A doença é causada pela deposição de fibras de asbesto nos alvéolos pulmonares, provocando uma reação inflamatória, seguida de fibrose e, por conseguinte, sua rigidez, reduzindo a capacidade de realizar a troca gasosa, promovendo a perda da elasticidade pulmonar e da capacidade respiratória com sérias limitações ao fluxo aéreo e incapacidade para o trabalho. Nas fases mais avançadas da doença esta incapacidade pode se estender até para a realização de tarefas mais simples e vitais para a sobrevivência humana.
Câncer de pulmão
O câncer de pulmão pode estar associado com outras manifestações mórbidas como asbestose, placas pleurais ou não. O seu risco pode aumentar em 90 vezes caso o trabalhador exposto ao amianto também seja fumante, pois o fumo potencializa o efeito sinérgico entre os dois agentes reconhecidos como promotores de câncer de pulmão. Estima-se que 50% dos indivíduos que tenham asbestose venham a desenvolver câncer de pulmão. O adenocarcinoma é o tipo histológico mais frequente entre os cânceres de pulmão desenvolvidos por trabalhadores e ex-empregados expostos ao amianto e o risco aumenta proporcionalmente à concentração de fibras que se depositam nos alvéolos pulmonares.

 

Câncer de laringe, do trato digestivo e de ovário
Também estão relacionados à exposição ao amianto.
Mesotelioma
O mesotelioma é uma forma rara de tumor maligno, mais comumentemente atingindo a pleura, membrana serosa que reveste o pulmão, mas também incidindo sobre o peritônio, pericárdio e a túnica vaginal e bolsa escrotal. Está se tornando mais comum em nosso país, já que atingimos o período de latência de mais de 30 anos da curva de crescimento da utilização em escala industrial no Brasil, que deu-se durante o período conhecido como o "milagre econômico", na década de 70. Não se estabeleceu nenhuma relação do mesotelioma com o tabagismo, nem com doses de exposição. O Mesotelioma maligno pode produzir metátases por via linfática em aproximadamente 25% dos casos.
Além das doenças descritas, o amianto pode causar espessamento na pleura e diafragma, derrames pleurais, placas pleurais e severos distúrbios respiratórios.

 No Mundo
O uso do amianto foi proibido em 52 países.

Embora vários países em desenvolvimento ainda permitam o uso e adotem limites de tolerância para o amianto, o Critério de Saúde Ambiental 203 do Programa de Segurança Química da Organização Mundial da Saúde de 1998 concluiu que “nenhum limite de tolerância foi identificado para os agentes carcinogênicos"; "que onde materiais substitutos para crisotila estiverem disponíveis, eles devem ser considerados para uso" e "que a exposição ao amianto crisotila aumenta os riscos de asbestose, câncer de pulmão e mesotelioma em função da dose”.

BOM JESUS DA SERRA (BA), MINAÇU (GO) e BRASÍLIA O apogeu e a decadência da cidade de Bom Jesus da Serra, no semiárido baiano, onde começou no Brasil a extração de amianto, na mina São Félix, em 1940, que durou até 1967, quando foi descoberta a jazida em Minaçu, em Goiás.

Fonte Jornalistica: Folha Kariocas
Dados expostos por
Instituto Nacional de Câncer - INCA

 pt.wikipedia.org/wiki/Asbesto



Queimados Inaugura túneis

Quarta-feira, 16 de maio de 2012


 Queimados inaugura túneis nesta sexta-feira      com a presença do governador Sérgio Cabral 

A Prefeitura de Queimados inaugura nesta sexta-feira, dia 18 de maio, às 15h, dois túneis sob a via férrea que ligarão os bairros Belmonte e Fanchem. Com o objetivo de encurtar a distância entre os dois lados da cidade, os túneis vão assegurar à população uma travessia segura e adequada para veículos e pedestres. O investimento é uma forma de dar mais uma opção de acesso aos bairros que se localizam ao Centro do município, além de evitar congestionamentos no trânsito da cidade.

Atualmente, o município possui apenas uma ligação entre os dois lados da cidade que é o viaduto Rubens de Lima (ao lado da Praça dos Eucaliptos). Os túneis ligarão a Avenida Moabí, no bairro Belmonte, à Rua Fluminense, no bairro Fanchem. As obras foram realizadas em parceria com o Governo do Estado, através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (PADEM). O investimento é de quase R$ 5,4 milhões, sendo 95% custeado pelo Estado.
Para o prefeito de Queimados, Max Rodrigues Lemos, os túneis facilitarão a vida de milhares de pessoas encurtando a distância entre os dois lados da cidade. “Os túneis são estrategicamente fundamentais para desafogar o trânsito da cidade. O município está crescendo e se desenvolvendo, logo é natural que o número de veículos aumente também. A prova desse crescimento é o bairro Fanchem, por exemplo, que já possui um posto de vistoria do Detran, uma Delegacia Legal, futuramente a sede administrativa da Prefeitura e da Câmara Municipal ”, adiantou.      
As obras dos túneis tiveram início em março de 2010, e já neste ano beneficiarão a passagem de mais de sete mil pedestres e três mil veículos por dia no local. A cerimônia de inauguração contará com a presença do governador do Estado, Sérgio Cabral, e do vice-governador, Luiz Fernando Pezão.

 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Duas obras do BRT Transcarioca serão entregues em maio


Duas obras do BRT
  Transcarioca serão entregues em maio


publicado em: 16/04/2012
   A Secretaria Municipal de Obras (SMO) do Rio de Janeiro vai entregar no final de maio duas obras ligadas ao BRT Transcarioca, que vai ligar a Barra da Tijuca ao aeroporto do Galeão.
   Iniciados em março de 2011, o mergulhão do Campinho e o viaduto Negrão de Lima, em Madureira, serão liberados para o tráfego.

   Segundo a prefeitura, o mergulhão terá três faixas em cada sentido - duas para carros e uma para o BRT. Nas estações, haverá uma faixa adicional para que ônibus façam ultrapassagens.

BRT

   As duas obras integram a primeira fase da construção do BRT Transcarioca, principal projeto de mobilide urbana da Copa no Rio de Janeiro.

   Com 28 quilômetros de extensão, esta etapa ainda terá mais dois mergulhões e uma ponte estaiada na avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca.

   O trecho é o ponto inicial da linha que terá 39 quilômetros e atravessará 12 bairros (Curicica, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha, Ramos e Olaria).

   De acordo com o engenheiro Eduardo Fagundes, gerente de Obras de Vias Especiais da Secretaria Municipal de Obras, o BRT não vai conflitar com os carros, pois os ônibus passarão por cima dos mergulhões. Um deles vai contornar o entrocamento das avenidas das Américas e Ayrton Senna, enquanto o segundo, em forma de ferradura, servirá como retorno ao motorista que vai em direção à Cidade da Música.

   O BRT saírá do terminal alvorada, em construção desde dezembro do ano passado. O local terá 300 metros de comprimento e três plataformas, com capacidade para 20 a 24 ônibus cada. O estacionamento poderá abrigar até 19 ônibus articulados e seis biarticulados, além de 240 veículos particulares. O terminal fará a conexão entre as linhas Transcarioca e Transoeste (que ligará a Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz).

   A avenida Ayrton Senna terá também uma ponte estaiada de 300 metros de extensão, com conclusão prevista para dezembro deste ano. Orçada em R$ 120 milhões, a obra vai conectar as lagos de Jacarepaguá e da Tijuca. A primera etapa do BRT ainda inclui a construção de quatro viadutos e a urbanização das áreas.

   A etapa final da construção começou no último dia 25, com a construção de uma ponte estaiada sobre a Baía de Guanabara, que ligará o Fundão à Ilha do Governador, já na parte final do trajeto.

   No total, são 11 quilômetros de extensão e mais quatro obras: viaduto sobre linha férrea, em Olaria, viaduto sobre Avenida Brasil, viaduto sobre o Canal do Cunha e Linha Vermelha e ponte sobre estrada do Galeão.

   Nos últimos meses, a prefeitura enfrentou denúncias de violação de direitos humanos ocorridos durante as remoções. Estima-se que ao longo dos 39 km mais de 3,6 mil imóveis serão desapropriados total ou parcialmente. O fato mudou parte do trajeto, que foi direcionado à rua dos Uranos, em Bonsucesso, onde existem, segundo a prefeitura, 220 imóveis vazios.

 Tiras Nacionais: Election

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sábado, 5 de maio de 2012

Jornal Folha Kariocas

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